Das coisas estranhas
- Sempre se quer alcançar aquele 'porre' romântico, vertiginoso e cheio de emoções... aquela profundidade de um ser atormentado e convicto... no entanto, sempre quando bebemos ou caímos na desgraça alheia ou caminhamos sozinhos pela manhã afora, seja por tristeza e solidão, seja por completa alegria... mas nunca alcançamos tal proveitosa bebedeira, mas também nunca deixamos de acreditar nela...
- Sempre temos o desejo de escrever ou ler algo que nos liberte, que nos liberte das letras coloridas de preto... mas sempre quando o tentamos com veemência conseguimos apenas a sensação de tempo perdido...
- Sempre queremos encontrar e descobrir algo novo e só nosso... queremos ser os primeiros e os últimos... queremos algo que nos dê, só para nós, um sentido, uma vida, um amor... mas ao encontrá-lo, mesmo que seja inédito, nos damos conta de que ou é algo inautido e inexprimível ou simplesmente por sermos nós seus descobridores já não se é novo, pois sempre caminha e nos acompanha alguém que não é nós mesmos... e é sempre este alguém que reclama, com razão, os méritos...
- Sempre nos sentimos impulsionado a fazer algo difícil e corojoso... mas na beira de fazê-lo ou esquecemos o que exatamente aquele ato significa, ou já não o vemos como algo para posteriormente nos vangloriar ou simplesmente dizemos que havia algo de sórdido e inútil naquela ação...
- Sempre achamos que nada é para sempre... apenas nossa maneira de pensar...
- Sempre detesto o que me dizem que eu disse...
- Algo mais?


1 Comments:
Hahah... adorei o comentário... embora não saiba pq essas propagandas bizarras aparecem, acho que essa faz sentido... mentalhelp!
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